rara, única viagem,
da qual tão pouco
tempo nos resta
até para nos sentarmos
numa pedra,
a apreciar
a paisagem circundante,
refletir, ou mesmo
para respirar.
Acha,
que deveremos seguir
egoisticamente
a nossa existência
solitária,
de entes secos,
sem estendermos uma
das nossas mãos abertas
a quem se cruza connosco,
ou segue a nosso lado?
que deveremos seguir
egoisticamente
a nossa existência
solitária,
de entes secos,
sem estendermos uma
das nossas mãos abertas
a quem se cruza connosco,
ou segue a nosso lado?

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