De tudo com que deparei na vida, e me surpreendi, me fascinei, apaixonei, amei, temi, fugi; nada foi tão fantástico como esta inacreditável, casual, real singularidade, ápice, de estarmos precisamente no irrepetível momento das nossas vidas desta cósmica infinidade espacial e atemporalidade sempiterna.
Assim sendo,
Há que beber o último cálice até ao fim, mesmo que no final nos amargue!
Joa d'Arievilo
2016-12-3

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