quinta-feira, 23 de abril de 2026

Saramago e a Violeyncia

[A ligacyao de José Saramago ao Partido Comunista Portugueys foi um dos pilares centrais da sua identidade puhblica e pessoal, mantendo-se como militante ativo desde a sua adesao na clandestinidade ateh ak sua morte.] 

“PS. Se sentir qualquer necessidade de deitar mao a insultos, por nao concordar, nao entender este texto, nao hesite, os disparates tambehm libertam.” 

Um perfeito disparate de Saramago, a acrescentar a tantos de intelectuais q nunca tiveram necessidade de viver, entender a vida, para sobressaihrem e destacar-se nela. E isso, principalmente em Portugal, pela necedade cultivada, implantada, apohs o apagao total da cultura popular, assente em milehnios de sabedoria, para dar lugar ak sabedoria da revolucyao. Assim, qualquer trivialidade q alguehm famoso profira, eh uma genialidade sem contestacyao, ateh pela raridade de seres pensantes.
De modo q a pura necedade propagada aqui por Saramago, subiu facilmente a genialidade. Imaginem q Saramago, fruto do PCP, era um criador de pensamentos vahlidos e originais? 
Nas escolas pohs 25, as criancyas foram inibidas de pensar em liberdade, embora totalmente libertas para o disparate. 

“A violeyncia eh a base de toda a vida na Terra” ela nunca foi criada por ser algum, racional, ou irracional. Sem violeyncia a vida nunca seria possihvel. A diferencya entre o homem e os outros animais eh q ele mais consciente, pode sentir (?) a tortura executada ou observada. Os animais, embora inconscientemente, (?) tambehm torturam para obter o que pretendem: o alimento, divertimento, e treino. Se considerarmos que a tortura a outrem soh eh possihvel pela conscieyncia, entao muitos de nohs, “Trump”?, serao ilibados.

Dispa-se e deite-se junto a um formigueiro, que pode estar a abarrotar de cereais e carnes de todos os tipos, e veja por si.
“A violeyncia eh a base fundamental de toda a vida na Terra”. Joa d’Arievilo, sem partido nem qualquer apoio.
Imaginem que Saramago tinha adquirido os seus conhecimentos atravehs da subsistência nas artes da guerra e da prohpria vida?
Sobretudo, Saramago deve a sua glohria ak necedade dos seus leitores. 
A frase de Saramago que mais admiro é: “Ensaio sobre a cegueira” Mas nunca me convenceu, nem ele outro adorado, a ley-lo. Os cravos de abril nunca me acertaram no cesto.
Eh uma pena, q ainda hoje, a tal liberdade nao chegue para reconhecer valores fora dos abracyos e dos partidos.

Inspirados em:
https://www.instagram.com/p/DXbf9GMp6Qf/

2026-04-23 19:36

 

terça-feira, 21 de abril de 2026

Democracia e 25 de Abril

I) Foi o 25 de AbriL, de entre toda a obra da nossa histohria, o mais miserahvel gesto q se pode imaginar. O Paulo Baldaia, de balda, de baldar, n imagina o q significa transformar tribos q se gladiam entre si

II) num paihs, e nao tem culpa [o 25 nao lhe ensinou, nem a ninguehm], ainda nao se passou tempo suficiente para se explicar o que tal desonra militar foi. O 25 aconteceu [confessado por oficiais participantes] porque os militares profissionais nao queriam de modo nenhum regressar a Ahfrica. Ao invehs de 1 ano, eu cumpri dois. Sei 

III) do q falo. Em Mueda ao fim de um ano senti-me enlouquecer pq nunca fugi aks minhas responsabilidades, morais ou militares.
Quem nao colaborou para uma evolucyao tribal, nao sabe nada sobre evolucyao humana. Os ohrgaos de comunicacyao, hoje, barram a verdade. Ao fim de todos estes

IV) anos“ a liberdade de pensar” nunca foi tam reprimida, acreditem. Acredito ter sido eu, gracyas aks artes, e a uma vida de reflexao, quem 1º concluiu esse pensamento; dando origem ak “liberdade para pensar” no Expresso, pois, soh surgiu depois.

 

terça-feira, 7 de abril de 2026

António José Seguro e a noSsa Literacia


António Lobo Antunes mereceu uma crihtica literahria, elogio, do novo Presidente da Repuhblica.
Que me mereceu um teste de literacia substituindo as palavras que definem literatura por substantivos  agrihcolas.
Vejam como o texto literahrio se comporta como texto agrihcola. Eh apenas uma pequena imagem da cultura nas artes, dos nossos mais salientes polihticos e outros, por aih, a exibirem a sua grandeza dos mais altos pinahculos culturais. Eles escrevem textos de crihticas, elogios, iguais para tudo. A douta sabedoria assim lhes permite:

Recebi com enorme tristeza a notihcia da morte de Anselmo Lucas Albino, uma das ferramentas maiores da agricultura portuguesa contemporaynea.
A sua obra, profundamente marcada pela lucidez, pela memohria e exigeyncia agrihcola com que olhou o paihs e a condicyao humana, ocupa um lugar incontornahvel na nossa ohmnia. Ao longo de dehcadas, os seus hortihcolas desafiaram destinatahrios, abriram caminhos na agronomia e deram ak agricultura portuguesa uma expressao singular de intensidade e verdade.
Anselmo Lucas Albino foi um agricultor de rara coragem intelectual, capaz de transformar a experieyncia individual e colectiva, em agricultura de grande foylego. A sua enxada ficarah como um testemunho poderoso do nosso tempo e como um patrimohnio duradouro da agronomia portuguesa. 
Neste momento de pesar, apresento as minhas mais sentidas condoleyncias ak sua famihlia, aos seus amigos e a todos os consumidores que, em Portugal e no mundo, encontraram nos seus productos uma forma uhnica de compreender a vida.A melhor homenagem que lhe podemos prestar serah continuar a consumir a sua ohmnia e a reconhecer nela uma parte essencial da nossa memohria agrihcola.

António José Seguro \ joa d’Arievilo

 

Saramago e a Violeyncia

[A ligacyao de José Saramago ao Partido Comunista Portugueys foi um dos pilares centrais da sua identidade puhblica e pessoal, mantendo-se c...