— Que o longicórneo das trevas arraste espetados pelo cu, Tais amigos que nos fazem convidados de sua mesa apenas quando o pão é pródigo na nossa!” exclamou endurecendo o olhar, mas fazendo-me sorrir. “Quanto ao caminho que segues é ele que dá sentido à tua vida, Na singularidade da tua existência!” fazendo sinal que me aproximasse aproximou os lábios do meu ouvido esquerdo, e, como se tivesse medo de ser escutada sussurrou-me “Nunca, Nunca poluas o Tempo, Mantém-no sempre fresco e aberto! É Ele, Só Ele que nos pode prolongar a vida, Permitir-nos entrar em contacto com a Inteligência Profunda e conduzir-nos ao Amanhecer.
P.S.
Do conto "Poeira de Estrelas," incluído no livro que pretendo publicar: "A Minha Laranja Azul
A imagem, que retirei de um caderno meu de esboços, é da aldeia francesa, Moussan, onde fiz vindimas.

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