Há tempos observando diretamente o comportamento extremamente ridículo de um homem apaixonado pela mulher do outro, cheguei a esta conclusão: A energia que nos derrete de amores e nos torna ridículos apaixonados, cegos, sem perceber que estamos a ser conduzidos pelo sexo, é a mesma que depois explode em violência aos menos precatados, e inconscientes do fenómeno. Ou seja, como disse Einstein, “Tudo é energia à nossa volta, é só escolher a onda e viajar”. Nesta nossa era, a grande onda de viajar é a energia sexual, escolhida pelo motivo que todos sabemos, o grande prazer q tão facilmente nos proporciona sem qualquer exigência cultural e evolutiva.
O que acontece a determinado termo dessa viagem quando o prazer desaparece, e a energia continua? Lógico que essa energia terá de ser sublimada e reconduzida através da reflexão e da consciência. Não esquecer que a energia que nos move é a mesma que sopra nas ondas do mar da Nazaré, e explode nos vulcões.
A tal educação sexual das escolas dos não sei quê Sampaio está toda por fazer, pq n foi abordada, e menos entendida, e explicada, na parte que implica com o nosso comportamento social, e no domínio privado inteligente.
Pq “essa tal violência doméstica” é sexual, e sempre vai aparecer, e fazer vítimas, nos mais fortes e nos mais fracos independentemente da sexualidade e do modo sexual da relação.
Precisamos pois, urgentemente, de uma educação sexual, mas a sério, e não a tal das tretas para as opções sexuais.
Post-scriptum:
Eu sei que tudo isto é burrice, como o foi a “Liberdade de pensar” há anos quando a comecei a abordar, e agora é moda. Mas daqui a uns anos vai ser vulgar; vão-se entretanto divertindo a contar os chapadões sexuais da “tal violência doméstica”.

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