domingo, 27 de dezembro de 2020

Gostos nawo se discutem, Mas educam-se!

"ENSAIO"

Primeiro que tudo, ha que definir a diferencya entre cultural e moral! Depois, tentando sempre complementar uma, com a outra, ir ao fundo de toda a vida, ateh se chegar ao grao de poh.
Com certa humildade, (pondo de lado o homem como centro do Universo), na posse de algum conhecimento cientihfico, hoje acessihvel, perceberemos que os sistemas vivos, dos quais fazemos parte, se servem do mesmo cohdigo genehtico, diremos ateh, da mesma alma genehtica.
Serah depois difihcil perceber, sentir, o respeito devido a todos os animais? Formas de vida? Planeta? Gaia?
Se ainda eh difihcil, ou nao atingimos a maturidade racional, moral, desejahveis, ou algo, em todos os acessohrios que devem compor a nossa formacyao como seres conscientes, estah errado.
Discutir os gostos sem os educar, aprofundar, eh uma pura perda de tempo. Lah diz o povo: «Gostos nawo se discutem!» E eu tenho-me sempre empenhado em dizer:


Gostos nawo se discutem, Mas educam-se!

joa d'Arievilo

20100514

dE BuRro pAra BeLéM

 O 25 de Abril vai-se parecendo cada vez mais com a data natalícia., o tal de Espírito Santo fecundou a Maria para salvar o mundo., e mandou-os de burrinho para Belém. No mundo ficou tudo mais e menos na mesma., mas a música é q o mundo foi salvo. O 25 de Abril toma o poder ao velho meia dúzia de anos depois deste morrer, não fosse o diabo do fantasma dele ainda atacar.  A oração reza q sem o Espírito Santo, perdão!, a revolução, nunca mais seríamos livres. Enquanto o caso do burrinho nos levar para Belém é treta, porque Belém é reservado aos Espíritos Santos q fecundam as Marias. 

Por vontade de Mário Soares (coitado está muito desgastado, a tortura da Pide, nem  os terroristas da Al-Qaeda a sofreram: casado na prisão. Só em ditaduras de grande luxo.) já teria havido pelo menos outro 25 de Abril, ou dois., bem apelou à caça ao Coelho fora de época.
Também levei com granadas de gaz lacrimogénio a apoiar Mário Soares na Praça do Comércio. “O Povo é Sereno!” Pinheiro de Azevedo. As rajadas cantaram junto ao Tejo, as granadas faziam-nos chorar.
Saramago, comunista, afirmou q sem revolução, como em España, e teria sido bem melhor. Também penso assim. Mas, claro, para tachos nada melhor que as revoluções. Vejam como ficaram os povos de Moçambique e de Angola? Os esquecidos africanos q tiveram o azar de aderir à cultura portuguesa e q foram massacrados? Etc., mais um país carregado de velhinhos “Às vezes penso q as pessoas fogem de mim! Mas nam é! Já quase não há é pessoas!, e Isto era tam animado!” noventa e dois anos, danada!, q não deixa uma erva bravia sossegada. Eu não fazia a mínima ideia de como está o Alentejo. Seria bom q os mais velhos vissem um Portugal melhor, mas melhorou numas coisas, piorou noutras.
Houve momentos de grandiosidade, e de enorme foleirice, e, penso (é no pensar q reside a nossa liberdade, falar vem depois) que se deveria aproveitar esta data para refletir, esclarecer, aproximarmo-nos da verdade., tornarmo-nos mais esclarecidos, q isso, é, sim, liberdade. Quantos portugueses ouviram falar da, foram estimulados à, Liberdade de Pensar. Onde estão os pensadores criados pela revolução? Desculpem, só tenho ouvido tretas viciadas. 
Não é com cânticos de natal e velinhas acesas (perdão cravinhos) q seremos livres. Livres aonde? Onde pára a voz das pessoas q foram espoliadas dos seus bens? Livres só para narrar histórias de encantar?
Desconfiem sempre da perfeição q ela só existe na boca dos aldrabões (salvo aquela tal exceção q nem me lembro!).

joa d'Arievilo

A MELHOR PRENDA DE NATAL

Bem, tive de retirar certas mensagens para me desbloquearem completamente. 
Muito cuido "nu" que se diz e mostra! 
Mais vale uma bela mentira que mil verdades!
... E aquele cuidadinho todo nunca eh demais!, os vihrus sawo espehcies que se transformam e evoluem numa rapidez mui difihcil de acompanhar!

Um carinhoso, 
e  Muito
Saudahvel  Natal!

E para aqueles que passam o Natal sozinhos, como eu, nawo esquecyam que ninguehm estah soh nos espihritos e coracyowes grandiosos. 


e, A melhor prenda que eu poderia receber, seria uma escrita de portugueys atualizada ao mundo moderno, digital, para que  pudehssemos escrever corretamente em qualquer teclado de escrita de origem latina ou romana, sem diacrihticos, porque este alfabeto eh riquihssimo e nawo necessita de "ornamentos:"

A – B – C – D – E – F – G – H – I – J – K – L – M – N – O – P – Q – R – S – T – U – V – W – X – Y – Z

pALaVras de ConForTo












"Nem tem necessidade alguma desse tal de Vihrus Convite! Mesmo sem convite, Nao tarda e estah aqui!"

sábado, 26 de dezembro de 2020

PaiXão sEm TeMpo neM Lugar e àS vezes aTé sEm VerGonha

O problema, e ao mesmo tempo beleza, da paixão, é que ela não tem tempo nem lugar para se manifestar, deixando por vezes alguém muito embaraçado. 
Mas não se preocupe, deixe que a paixão aconteça como ela é mesmo, ou, ou deixará de ser paixão.

?ViOLêNCiA CoNJuGaL? \ SexuAL? \ DOMéSTiCa?

Há tempos observando diretamente o comportamento extremamente ridículo de um homem apaixonado pela mulher do outro, cheguei a esta conclusão: A energia que nos derrete de amores e nos torna ridículos apaixonados, cegos, sem perceber que estamos a ser conduzidos pelo sexo, é a mesma que depois explode em violência aos menos precatados, e inconscientes do fenómeno. Ou seja, como disse Einstein, “Tudo é energia à nossa volta, é só escolher a onda e viajar”. Nesta nossa era, a grande onda de viajar é a energia sexual, escolhida pelo motivo que todos sabemos, o grande prazer q tão facilmente nos proporciona sem qualquer exigência cultural e evolutiva.
O que acontece a determinado termo dessa viagem quando o prazer desaparece, e a energia continua? Lógico que essa energia terá de ser sublimada e reconduzida através da reflexão e da consciência. Não esquecer que a energia que nos move é a mesma que sopra nas ondas do mar da Nazaré, e explode nos vulcões.
A tal educação sexual das escolas dos não sei quê Sampaio está toda por fazer, pq n foi abordada, e menos entendida, e explicada, na parte que implica com o nosso comportamento social, e no domínio privado inteligente. 
Pq “essa tal violência doméstica” é sexual, e sempre vai aparecer, e fazer vítimas, nos mais fortes e nos mais fracos independentemente da sexualidade e do modo sexual da relação. 
Precisamos pois, urgentemente, de uma educação sexual, mas a sério, e não a tal das tretas para as opções sexuais.


Post-scriptum: 
Eu sei que tudo isto é burrice, como o foi a “Liberdade de pensar” há anos quando a comecei a abordar, e agora é moda. Mas daqui a uns anos vai ser vulgar; vão-se entretanto divertindo a contar os chapadões sexuais da “tal violência doméstica”.


A eSperancya

Quando me começaram a cair os primeiros fios de cabelo, precisamente no alto da cabeça, onde os padres acharam, por muito bem, pôr a coroa a disfarçar essa lacuna do criador, recorri a uma farmácia. Sempre gostei desses médicos formados pela praxe do dia a dia com os clientes.


Assim, um farmacêutico todo careca, exceto na teimosia daqueles alguns pelinhos junto às orelhas, confessou-me que ainda não perdera a esperança de um dia se ver de crânio repovoado de cabelo. 
Não é lindo? 
Imaginei-o de prolífera e rebelde cabeleira a tombar-lhe aos olhos. Ele a afastar a desavença peluda, e gostei. Logo aderi à esperança dele, até à data, sem sucesso, mas nunca a perdendo ou descurando.

E assim fui cultivando esperanças pela vida afora. Confesso que a única esperança que ainda não cultivo é a da vida eterna, e isso por ter passado um período maravilhoso que só terminou quando nasci. Ou seja, até nascer, e passar a existir como a tal entidade humana. 

A propósito, você ainda se recorda de como era antes de ter nascido? Há gente que esquece. Se for esse o seu caso, não se preocupe, não é grave. Nunca perca é a esperança de um dia se vir a recordar, porque, garanto-lhe, foi lindo demais! Tão lindo demais que até desconfio seja igual a essa tal idealizada, sonhada, desejada, implorada vida eterna, tão prometida a todos que se portarem bem por cá, e até aos que fazendo o mal se arrependam a tempo.

joa d'Arievilo
2016-11-07

A iMporTância da eSTética nAs nosSas Vidas

Quando finalmente o conjunto de faculdades necessárias à ação é reunido: energia, economia, tempo, vontade, chega o momento da visita. Prepara-se a mochila para o tão desejado e apelativo encontro “Vem quando quiseres, Ficas o tempo que quiseres, Quando vens?
Então, percebendo a proximidade da visita, ego antecipadamente alimentado na previsível ação afetiva, a entidade a ser visitada responde fria e resumidamente «Este fim de semana não dá!»
Que mensagem se capta desta frase? O visitante está no último lugar da lista das prioridades. 

Depois de toda uma vida esforçada, ele consegue a almejada, confortável, e bela casa. Vem orgulhoso à janela nesse dia de céu azul luminoso, cumprimenta o vizinho que passa, e dispara uma sucessão de ruidosas e nojentas cuspidelas para a rua.
O vizinho franze o rosto no sofrimento de toda aquela nojice repulsiva.
Não seria necessária a mínima reflexão inteligente à boa conduta social, se em qualquer destas situações o ator usasse de alguma sensibilidade estética, exatamente assim como quem aprecia uma pintura ou composição musical.
A estética não é, não pode ser apenas função dos artistas em suas obras de arte. Ela deve sair das obras de arte e acompanhar-nos em tudo onde agimos, desde pensamentos, ações, obras, porque ela é tão eficaz quando usada com alguma sensibilidade, que se torna moral, indo até mais além.


Assim, uma educação estética boa, é indispensável a uma conduta saudável como seres civilizados, e equilibrados, quer se trate do cuidar das árvores no quintal, ou até relacionarmo-nos com alguém nesse ato estrondoso de fechar o portão de chapa da garagem. 

Que se cultivem as belas-artes, indispensáveis ao lado das ciências, mas na consciência de como nos podem ser úteis. 

Joa d'Arievilo
2016-11-13

Post-scriptum: exemplos típicos retirados da vida real portuguesa.

Poincaré, a Natureza, e a Beleza

Henri Poincaré, o famoso matemático, escreveu: 
«Se a Natureza não fosse bela, não valeria a pena conhecê-la; e se não valesse a pena conhecer a Natureza, não valeria a pena viver»


Poincaré tinha razão. Mas sem um bom sentido da beleza, um sentido estético bem desenvolvido, não é possível ao homem apreciar a Natureza de modo a que essa beleza justifique a vida. Contudo o que a maioria dos homens e mulheres têm feito é inventar e idolatrar mentiras que os ampare e salve. Mentiras que, como não poderia deixar de ser, resultam em incompreensão e agressividade.

Sem uma educação sensorialmente no rumo de uma melhor noção estética e uma consciência mais libertária, torna-se muito difícil, impossível, ao homem conceber uma relação de respeito com o seu semelhante e a Natureza. Ou seja, consigo mesmo. 

Joa d'Arievilo
2016-12-29 

O mAis faNTáSTico da MinHa ViDa

De tudo com que deparei na vida, e me surpreendi, me fascinei, apaixonei, amei, temi, fugi; nada foi tão fantástico como esta inacreditável, casual, real singularidade, ápice, de estarmos precisamente no irrepetível momento das nossas vidas desta cósmica infinidade espacial e atemporalidade sempiterna.
Assim sendo,
Há que beber o último cálice até ao fim, mesmo que no final nos amargue!


Joa d'Arievilo
2016-12-3

dOrEs

 

No fundo é graças à dor
Que, na ausência de doer,
A existência é justificada
E veneramos a vida!


Ou seja, a quem sofre constantemente de dores, basta uma pausa no ato de doer para que a energia vital se liberte em exultação, e a vida se torne em algo de maravilhoso.


Joa d’Arievilo
2017-04-14

Uma aLeNTAjana dos TeMPos de anTAnho

O acordeão entrara agora numa toada estimulante às paixões, não que no Manuel Daniel houvesse alguma necessidade disso, como se depreende pela exclamação assustada do par dele ao sentir-lhe tamanha e imprópria fogosidade de macho nas calças

 Manuel Daniel, Eu trouxe a burra comigo, Trouxe, Mas como bem entendes não iria trazê-la aqui para o baile, Está ali na arramada!"

Aplaudo o modo como a jovem se soube defender do avanço tão tempestuoso, incontrolado, inconsciente, do Manuel Daniel. Coitado, uma joia de moço mas completamente dominado por essas forças tão naturais como inconscias ou poucos de nós teriam nascido. Você gostou de ter nascido? Agradeça aos manueis danieis!

Este episódio coube-me contado com a graça de uma senhora, quando se falava de personagens singulares da aldeia. Acredito que as jovens de hoje também aprenderão a defender-se sem tamanho corropio de polícias e juízes. Uma palavra certeira no âmago do bruto e não há "tensão" que resista, tal como aconteceu com o Manuel Daniel, que Deus o tenha a salvo de assédios sexuais lá no Céu.
Escusado seria dizer que o bom do moço ficou sem pinga de sangue aonde ela seria mais necessária à sua inconsciente pulsão.

Post scriptum:
Nesses tempos era comum haver mulheres muito espirituosas que tinham sempre na ponta da língua a palavra própria contra as impetuosidades masculinas. 

A sAGrAda FaMíLiA / conto de natal


Tarde fria. Esplanada deserta. Na mira de um reconfortante café, escapo-me para dentro do bar. A outra opção seria pegar na chávena e tomar o café em cima de uma parede banhada de sol.

Fito S. José recortado num pequeno cartão e, religiosamente, colocado sobre o balcão. 
— Ofereceram-mo agora mesmo!” esclarece agradecido o homem do bar. 

Se há coisa errada no ser humano, um bom exemplo é a possibilidade de proferir palavras sem antes as refletir, e escapam-me, atrevidas, alegres, esvoaçantes pássaros de janela 
aberta
— É o símbolo dos bons cabrões!” exclamo de olhos postos no padrasto mais exemplar e famoso do mundo.
O homem do bar empalidece perturbado 
— Como?” 
Atabalhoado, tento desenvencilhar-me do adjetivo, título, atribuído ao santo, mas que tão descuidadamente se aconchegara ao homem do bar. A sua esposa, boa senhora, trabalha longe, e nem todos os fins de semana vem a casa. Ele faz-se a tudo onde haja indícios de seios, ou saias, mas isso não obsta a que não seja ciumento como todos os outros.

Uma fração de segundo, por vezes, é uma eternidade!, impensável perdê-la, e as palavras, agora tentando refleti-las, não me saem tão em jorro quanto desejável na tentativa de compor uma situação à beira do descontrolo. 
Por muitas conquistas que o sexo feminino tenha alcançado, chamar cabrão a um marido, mesmo em quadra natalícia, ronda ainda algum perigo. 
O homem exige melhor explicação, urge avançar 

— Não leu na Bíblia?” 
— O quê na Bíblia?” 
— Que o Espírito Santo fecundou a mulher de S. José?” 
— E daí?” o cérebro dele parece ter parado na palavra cabrão. 
— O S. José é cornudo!” 
Todo ele flutua, agora subitamente livre de um grande peso, o peso dos cornos de um bom cornudo, verdadeiro santo, cujo exemplo de pouco tem servido 

— A santa alma adotou a criança sem protesto algum quanto à sua conceção, Como todos os não santos deveriam fazer!” 
Sorri aliviado o barman 
—  Aah! ..., Pois é!” 

dO SOFREr

 


Das coisas mais terríveis que constatei  é eu sentir que todos os sofrimentos por que passei, foram imprescindíveis à formação do meu ser, e que sem eles eu seria um ignorante, ou pelo menos uma outra personalidade.

2018-06-30

dA OrQuEsTrA nATUrAL

Gosto tanto dos sons da chuva que fico desejando uma chuvada só para me deliciar nessas sonâncias sussurrantes.

Quanto maior a variedade de objetos, rico de materiais sonantes, for o espaço onde as gotas caiem, maior diversidade sonora nos brinda, levando a pensar numa orquestra. 
É claro, que, para se apreciar toda a beleza desta sinfonia natural, tal como numa orquestra clássica, convém estarmos bem instalados e servidos de uma boa acústica.
Uma vantagem que sinto numa orquestra pluvial, em relação a uma orquestra de instrumentos, é ouvir os sons da primeira entoando numa sensação de total absorção em todo o meu ser psíquico, e físico.

P.S. Creio que toda esta minha sensibilidade se deve à educação dos sentidos que tive. Levando-me em continuidade a propor, que a educação de todos os nossos sentidos será imprescindível para uma melhor evolução desse ser humano que se pretende. Devendo, quanto eu penso, o sentido do equilíbrio ter o seu lugar assegurado nessa educação.

Sobre A Liberdade De Expressão


A liberdade de expressão não se deve medir apenas na liberdade de nos expressarmos, mas, sobretudo, pelo grau de formatação a que fomos, ou somos submetidos.

Quem estudou, em arte, as cores e as suas influências, facilmente deduz do que falo. Pois, no nosso dia-a-dia essa influência não é de modo nenhum menor, antes pelo contrário.

Numa certificação final a todas essas influências e formatação, imagine que vem de um planeta distante. Olhe para si, para os outros, e veja como todos se vestem, penteiam, de modo tão formatado e limitado aos usos e costumes do momento, sociedade, sem qualquer acrescento de imaginação criativa, ou liberdade; sendo assim por todas as épocas.

Ainda acha que somos livres de nos expressarmos?

dOs LiVrOs eM MOmEnTos diFihciEis

Os livros tambehm nos podem ajudar em momentos difihceis, mesmo que o conteuhdo pareça nada ter a ver com a nossa realidade? 

Sim, estou sentindo que sim. Num momento muito difihcil da minha vida, sinto que a releitura de Génesis, de John Gribbin, me está a ser benéfica. 
Quando vivemos problemas complicados, hah uma tendeyncia para nos deixarmos enredar, qual peixe na rede do pescador, e nos limitarmos a uma envolveyncia, mais e mais, no problema que nos aflige, quando tanto necessitamos de nos afastar, descansar, respirar, e examinar o problema de alguma distayncia.
Assim, este livro de John Gribbin, virado para o nascimento do Universo e da vida, estah a cumprir uma missawo no aymbito da psicologia: Olhar o problema mais afastado, qual pintor refletindo sobre a sua pintura.
Ek claro, que esta refereyncia, eh apenas uma curiosidade, pois, tal livro eh aconselhahvel ler-se em qualquer momento da vida.

Nao Ha Regresso


 
"Partir!

Nunca voltarei,
Nunca voltarei porque nunca se volta.
O lugar a que se volta é sempre outro,
A gare a que se volta é outra.
Já não está a mesma gente,
nem a mesma luz nem a mesma filosofia.

Partir! Meu Deus, partir! Tenho medo de partir!..."



Parte de um poema de Fernando Pessoa, Álvaro de Campos, focando o problema de se regressar à nossa terra, terra amada, local amado, que não existe mais!
Dolorosa experiência da qual sofro tremendamente as consequências… 
Daí o poema me tocar tão fundo.






A Tomada De Decisawo

Um dos grandes problemas, perigos, nas grandes decisões da nossa vida, assenta no simples facto de, em certos momentos, não estarmos em condições de as tomar, e de não termos ao nosso lado uma alma amiga que nos elucide desse facto.


Joa d’Arievilo 2019-06-18

De eNtre tUdo O mAis incRihvel


Refletindo sobre a nossa fortuita passagem por esta imensidawo temporal universal eterna,

de entre tudo o mais incrihvel com que deparei,

eh estarmos precisamente no ahpice instante das nossas vidas!

Joa d´Arievilo

sexta-feira, 25 de dezembro de 2020

A mAiS inCoMPreeNsível caRacTerísTica dO UniVerso

«A mais 
incompreensível 
característica 
do Universo 
é o facto de ele ser 
compreensível»

Albert Einstein

LaGArTo, LAgArTo!

Há cerca de sessenta e cinco milhões de anos, o possível embate de um asteroide gigante com o nosso planeta, parece ter sido a causa do fim da evolução, e extinção dos dinossauros, levando ao desaparecimento dos animais de grande porte. 
Poupando, contudo, os de peso inferior a 40 kilos, entre os quais os mamíferos que dariam origem à nossa espécie. 
O que será caso para se dizer: 
— ­­Lagarto, Lagarto! 
Ou, se preferir:
— Lagarto, Macaco! 


joa d'Arievilo

VeR uM BoCADinHO dE GEnTe

“Vou ver um bocadinho de gente!” costumava eu murmurar para mim, muitos anos atrás, depois de longos períodos concentrado, isolado, no meu trabalho, sentindo o excessivo peso da solidão.

E, então, saía à rua, tomava uma bebida num bar, ou não, e voltava para casa mais refeito por ver o bocadinho de gente em falta no meu estado anímico. 
Tal como as células do nosso corpo, nós também não somos seres isolados, e necessitamos de estar juntos uns dos outros, mesmo que seja apenas como no caso de 
“Ver um bocadinho de gente”.
Só hoje, que senti o esmagador peso da solidão, aprendi a falta que nos faz alguém ao nosso lado. Isto mesmo já tendo percebido há longos anos, que 
“A beleza só verdadeiramente existe quando partilhada”.
Assim, será, pois, de boa precaução, que todos tentemos evitar a solidão em toda a sua potencialidade, porque esse vácuo terrível pode tornar-se num sofrimento atroz, se não mesmo mortal.

UmA vIDa eFehmera E CeRCeAdA?

Sendo a vida 
uma tão efémera,
rara, única viagem, 
da qual tão pouco 
tempo nos resta 
até para nos sentarmos
numa pedra,
a apreciar
a paisagem circundante,
refletir, ou mesmo

para respirar.

 Acha,
que deveremos seguir 
egoisticamente
a nossa existência 
solitária, 
de entes secos, 
sem estendermos uma 
das nossas mãos abertas 
a quem se cruza connosco, 
ou segue a nosso lado?

O SeXo ComAnda a viDa, e depois?

Nos meus tempos de criança havia educação sexual no sentido de a definir:     — A chorar assim pareces uma menina!" qualquer vizinho, p...