quinta-feira, 14 de agosto de 2025

O SeXo ComAnda a viDa, e depois?


Nos meus tempos de criança havia educação sexual no sentido de a definir:   
— A chorar assim pareces uma menina!" qualquer vizinho, popular, observava e interferia.
— O miúdo é novinho demais para te levar o almoço tão longe, Homem!" a mãe preocupada.
   — É para aprender a ser homem!." o pai orgulhoso.
   — Ó rapariga a subir assim às árvores, Até pareces um rapaz!" as crianças ganhavam tal ímpeto definidos sexualmente que queriam era ser homens ou mulheres, sem confusões com o sexo oposto, nada de ficarem confusos, homem era homem, mulher era orgulhosamente mulher. 
   Um dos dias mais felizes da minha vida, foi quando o meu pai me levou ao barbeiro para cortar o cabelo curto. Era confundido com uma menina e chegava a mostrar a pilinha, pelo sofrimento, por a minha mãe se negar a que cortasse o cabelo antes de tirar a desejada fotografia.
   O ser humano ao libertar-se da Natureza precisa de ser educado em tudo, perde todos os instintos naturais, é como a liberdade democrática, sem educação não há democracia.
   iNfelizmente, os políticos de esquerda, os psicólogos, os cientistas, não viveram a vida real, não a sentiram observando-a, e perde-se tanta gente que nunca saberá a beleza de ser natural e dar frutos como toda a vida saudável. No homem, agora, não é a cabeça que manda, é o sexo.
   "Uma aldeia inteira e não chega para educar uma criança". pensamento popular africano.
   Os media querem é casos de "amor", que atraiam a publicidade, são apenas sexuais no domínio mental. 
   Uma vida de experiências e análise, como a que escolhi, recuperei uma lésbica, a outra o "marido" percebeu que a companheira estava a ficar hetero, e impediu.
   Tudo o que é sexual, hoje, é sagrado, não se mexe, não se conduz, não se educa, e sucedem-se crimes sexuais horríveis, como se não bastassem os outros, perdendo-se aquele fruto humano que nunca mais será reposto. Que tal uma árvore que só dá sombra e madeira? Que não se reproduz? 

O SeXo ComAnda a viDa, e depois?

Nos meus tempos de criança havia educação sexual no sentido de a definir:     — A chorar assim pareces uma menina!" qualquer vizinho, p...