quinta-feira, 12 de junho de 2025

impureZas raciAis

Muito bem! Finalmente aparece alguém com liberdade de reflectir, a condenar o discurso da Lídia Jorge! Ela nem sabe o que diz, ela faz parte dos beneficiados que nunca viveram Portugal por dentro. 

Das misturas, racismos: Nascemos todos do ventre materno da Terra, qualquer pateta, se quiser, sabe isso. Espalhámo-nos em grupos, pelo globo adaptando-mo-nos ao ambiente, e ficámos diferentes. Mais simples? 

Depois, cada grupo com as suas características, criou a sua cultura, defendeu o seu espaço. Em África, ainda ontem, imperava a cultura tribal, os macondes ainda lutam pela sua reunificação, que lhes roubámos ao criarmos Moçambique, mas são considerados terroristas.

Regressei à minha aldeia 50 anos depois, e apanhei uma depressão, eu já era um estrangeiro. Mudei para outra aldeia alentejana, mas não me adapto. O povo alentejano tinha uma cultura rica, um modo de ser. Tudo foi destruído por Lídias de palavras doces. Foi com um pastor de ovelhas que colhi o primeiro pensamento válido. 

Eu já tinha comentado no X a porcaria dos discursos, da Lídia Jorge e do Presidente. Mas nesta democracia, só os ilustres têm lugar; a liberdade de expressão é uma treta. Foi a seguir ao 25 de Abril, ainda com a educação, a segurança Salazarista que vivemos os melhores tempos em Portugal.

Salazar, o último português da história, disse que ainda não estávamos preparados para a democracia. Esse é o único problema que temos. Os ilustres patetas nunca viram a obra que os portugueses construíram em África. Esses senhores são dos mais racistas que existem, eles acham que a palavra preto é feia, até nos fumos papais eles dizem fumo negro e fumo branco. Por todo o mundo  se diz Black and White. O preto é pejorativo, o branco é elogioso! Em arte o preto é a mistura de todas as cores. O branco é a ausência total de cor. Temos uns intelectuais que são a coisa mais pura a reflectir, sabia?

Essa senhora nunca colheu um pensamento da vida, nunca contribuiu para a integração de um africano ou outro. Submíssos, arrastamo-nos numa sociedade formatada, democraticamente?

 

O SeXo ComAnda a viDa, e depois?

Nos meus tempos de criança havia educação sexual no sentido de a definir:     — A chorar assim pareces uma menina!" qualquer vizinho, p...