Nos meus tempos de criança havia educação sexual no sentido de a definir:
— A chorar assim pareces uma menina!" qualquer vizinho, popular, observava e interferia.
— O miúdo é novinho demais para te levar o almoço tão longe, Homem!" a mãe preocupada.
— É para aprender a ser homem!." o pai orgulhoso.
— Ó rapariga a subir assim às árvores, Até pareces um rapaz!" as crianças ganhavam tal ímpeto definidos sexualmente que queriam era ser homens ou mulheres, sem confusões com o sexo oposto, nada de ficarem confusos, homem era homem, mulher era orgulhosamente mulher.
Um dos dias mais felizes da minha vida, foi quando o meu pai me levou ao barbeiro para cortar o cabelo curto. Era confundido com uma menina e chegava a mostrar a pilinha, pelo sofrimento, por a minha mãe se negar a que cortasse o cabelo antes de tirar a desejada fotografia.
O ser humano ao libertar-se da Natureza precisa de ser educado em tudo, perde todos os instintos naturais, é como a liberdade democrática, sem educação não há democracia.
iNfelizmente, os políticos de esquerda, os psicólogos, os cientistas, não viveram a vida real, não a sentiram observando-a, e perde-se tanta gente que nunca saberá a beleza de ser natural e dar frutos como toda a vida saudável. No homem, agora, não é a cabeça que manda, é o sexo.
"Uma aldeia inteira e não chega para educar uma criança". pensamento popular africano.
Os media querem é casos de "amor", que atraiam a publicidade, são apenas sexuais no domínio mental.
Uma vida de experiências e análise, como a que escolhi, recuperei uma lésbica, a outra o "marido" percebeu que a companheira estava a ficar hetero, e impediu.
Tudo o que é sexual, hoje, é sagrado, não se mexe, não se conduz, não se educa, e sucedem-se crimes sexuais horríveis, como se não bastassem os outros, perdendo-se aquele fruto humano que nunca mais será reposto. Que tal uma árvore que só dá sombra e madeira? Que não se reproduz?
quinta-feira, 14 de agosto de 2025
O SeXo ComAnda a viDa, e depois?
segunda-feira, 21 de julho de 2025
O rEgresso aO nOsso rEaL Corpo
Eu já sentira toda a força do sexo, e beleza, demasiado cedo, por ter sido violado por duas mulheres, e imagino que uma mulher a reentrar no seu verdadeiro sexo seja comparável. Isto, porque nada mais belo que estarmos em sintonia com a nossa real sexualidade. Deixo aqui um pequeno pormenor do romance que relata essa e outras experiências:
Diórcis
— Há quantos anos não vestes uma saia ou um vestido?”
Ulrica
— Por aí desde os catorze!”
Diórcis
— Hoje já não te confundiria com um rapazinho como quando me bateste à porta! Estás a cada dia mais feminina e bonita! Gostava muito de te ver vestida de mulher!”
Ulrica
— Obrigada, Mas nunca tinha pensado tal! Não sei o que dizer, Nem como iria sentir-me... Mas vou pensar nisso!”
Diórcis
— Vou adorar que penses, Pois, És linda, Não tens de andar escondida em roupas masculinas, E sim afirmares-te como a bonita mulher que és!”
Ulrica
— Acha mesmo que sou bonita?”
Diórcis
— Claro que sim, E tens um corpo muito bem proporcionado, Elegante! Temos pouco mais de um mês de convivência e vejo-te a cada dia mais feminina, Bonita, Sensível, E a cuidares de ti com mais esmero. Temos também de cuidar dessas mãos e fazermos com que deixes de roer as unhas. Sabes como é que se definem as pessoas com o vício de roer as unhas?”
Ulrica
— Não!”
Diórcis
— Onicófagos! Tu és uma onicófaga!”
Ulrica
— Onicófaga!?” sorri, e interrompendo a comunicação no Facebook “Está decidido!”
Diórcis
— O que é que está decidido?”
Ulrica
— Vou vestir uma saia e uma blusa bonita no dia dos meus anos, Para ti!”
sábado, 19 de julho de 2025
OS PAiSES TAMBÉM MORREM
Finalmente a única coisa que pode salvar este país da morte, a alma portuguesa, está a vir ao de cima. Havendo contudo algo que ainda escapa. A educação sexual que hoje se perdeu completamente (salvo raros casos). Sem educação sexual não há filhos não há País.
sexta-feira, 4 de julho de 2025
quarta-feira, 2 de julho de 2025
RaÇas e EsPéCiEs
Descansem, não se humilhem!, há lugar para a Espécie, e para a Raça, e muito mais!...
Ainda não encontrou a tal base biológica para o seu conceito de raça que falha aos cientístas políticos de hoje?
Vamos lá tentar juntos. Se bater com a cabeça numa pedra, o tumor que se desenvolve na sua cabeça é de base biológica. A pedra, uma associação natural de minerais, fica igual, sem qualquer reacção; não tem constituição biológica.
Quando uma pele é preta, branca, amarela, cinzenta, vermelha..., é sempre uma causa de reacção biológica, nada acontece por acaso.
Sem biologia não existe psicologia, e ambas interagem uma com a outra pelos estímulos que recebem.
Mas o conceito de raça, que vem depois, e outros no mesmo nível de evolução tribal, social, têm pouco a ver com os "racistas", "antiracistas", que apenas exprimem as suas experiências. Estes reagem assentes nos comportamentos associados a essas gentes de características diferentes. Aqui, a inteligência é apontada às reacções psicológicas.
Terá o inquiridor de ir viver para um bairro africano, cigano, muçulmano, para descobrir a tal base biológica? Eu, amante da biodiversidade, acho lindo toda a riqueza de formas e raças que a Natureza nos oferece.
Mas, sendo, primeiro que tudo, o homem um animal dotado de uma nova inteligência, terá de se adaptar ao novo ambiente onde escolheu viver, respeitando-o, não alterá-lo radicalmente ao seu modo de ser. Na casa dos outros não podemos agir como se estivéssemos na nossa.
Os intelectuais e cientistas que hoje proclamam não existir bases para os conceitos de raças, apenas o fizeram tentando ultrapassar obstáculos políticos e sociais.
Raça, são as derivações, tribais, sociais, evoluções, em adaptações posteriores da Espécie em resposta aos novos ambientes, que terão sempre de se dar para a vida prosseguir. Muitas dessas mudanças até se dão por selecção consciente, Exemplo: a escolha dos pares.
Outro exemplo, fabrica-se uma marca de carros, é a espécie. Depois vêm as variações, são as raças.
quinta-feira, 12 de junho de 2025
impureZas raciAis
Muito bem! Finalmente aparece alguém com liberdade de reflectir, a condenar o discurso da Lídia Jorge! Ela nem sabe o que diz, ela faz parte dos beneficiados que nunca viveram Portugal por dentro.
Das misturas, racismos: Nascemos todos do ventre materno da Terra, qualquer pateta, se quiser, sabe isso. Espalhámo-nos em grupos, pelo globo adaptando-mo-nos ao ambiente, e ficámos diferentes. Mais simples?
Depois, cada grupo com as suas características, criou a sua cultura, defendeu o seu espaço. Em África, ainda ontem, imperava a cultura tribal, os macondes ainda lutam pela sua reunificação, que lhes roubámos ao criarmos Moçambique, mas são considerados terroristas.
Regressei à minha aldeia 50 anos depois, e apanhei uma depressão, eu já era um estrangeiro. Mudei para outra aldeia alentejana, mas não me adapto. O povo alentejano tinha uma cultura rica, um modo de ser. Tudo foi destruído por Lídias de palavras doces. Foi com um pastor de ovelhas que colhi o primeiro pensamento válido.
Eu já tinha comentado no X a porcaria dos discursos, da Lídia Jorge e do Presidente. Mas nesta democracia, só os ilustres têm lugar; a liberdade de expressão é uma treta. Foi a seguir ao 25 de Abril, ainda com a educação, a segurança Salazarista que vivemos os melhores tempos em Portugal.
Salazar, o último português da história, disse que ainda não estávamos preparados para a democracia. Esse é o único problema que temos. Os ilustres patetas nunca viram a obra que os portugueses construíram em África. Esses senhores são dos mais racistas que existem, eles acham que a palavra preto é feia, até nos fumos papais eles dizem fumo negro e fumo branco. Por todo o mundo se diz Black and White. O preto é pejorativo, o branco é elogioso! Em arte o preto é a mistura de todas as cores. O branco é a ausência total de cor. Temos uns intelectuais que são a coisa mais pura a reflectir, sabia?
Essa senhora nunca colheu um pensamento da vida, nunca contribuiu para a integração de um africano ou outro. Submíssos, arrastamo-nos numa sociedade formatada, democraticamente?
O SeXo ComAnda a viDa, e depois?
Nos meus tempos de criança havia educação sexual no sentido de a definir: — A chorar assim pareces uma menina!" qualquer vizinho, p...
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Nos meus tempos de criança havia educação sexual no sentido de a definir: — A chorar assim pareces uma menina!" qualquer vizinho, p...
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Muito bem! Finalmente aparece alguém com liberdade de reflectir, a condenar o discurso da Lídia Jorge! Ela nem sabe o que diz, ela faz parte...
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Violência que é isso? Experimente fazer esta pergunta a alguém, pesquisar, e vai perceber da pouca reflexão aplicada à violência. Talvez p...




